Cinco requisitos para malas aguentarem o tranco nos aeroportos

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A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), registrou aumento de 6,6% no número de voos domésticos em fevereiro de 2019, comparada com o mesmo mês de 2018. Foram transportados 7,4 milhões de passageiros em voos domésticos, enquanto nos voos internacionais o aumento foi de 8,8%, com 815 mil passageiros transportados em comparação com igual período de 2018.


Com o aumento constante nas demandas de passageiros, existe um item comum na maioria deles: as malas de viagem. São itens essenciais que precisam, além de serem do tamanho ideal para comportar pertences, contarem com alguns requisitos essenciais para garantir uma viagem segura e tranquila.

Antes de mais nada, é importante lembrar que a companhia aérea detém a responsabilidade sobre a bagagem desde o momento em que o passageiro entrega as malas no ato do check-in até recebê-la no aeroporto de destino. Mas e se ocorrer algum dano e/ou violação na bagagem?

É bem comum acontecer de uma mala ser avariada na viagem pelo “bom trato” que recebem nos aeroportos, simplesmente lançadas de um lado para o outro e sem nenhum pingo de compaixão. E por isso é importante se precaver.

Para não sofrer mais com isso, o texto aponta 5 requisitos essenciais para “aguentar o tranco” nas viagens e evitar transtornos.

1. Resistência

O primeiro requisito de ouro é a preferência por malas rígidas: Para aguentar o vai-e-vem dos aeroportos, a mala de viagem precisa ser feita de um material muito resistente, pois não há ideia do caminho que as malas fazem dentro da logística dos aeroportos.

Não é uma unanimidade, mas frequentemente são relatados casos de malas que chegam cheias de avarias no destino, sempre em decorrência de funcionários sob pressão que acabam arremessando malas de um lado para o outro, apenas para citar um fato conhecido por trás das esteiras de retirada.

Além disso, a depender da quantidade de viagens feitas durante o ano, pode ser que ela não aguente muito.

Marcas conhecidas como referência em resistência são a Samsonite ou American Tourister, por exemplo. A fabricação das malas são feitas com um material resistente, leve e de alta qualidade. Ou seja, um produto que vai durar por muito tempo.

2. Marca de qualidade

É um fato que malas de viagem baratas não irão aguentar o tranco no aeroporto, na verdade elas nem irão aguentar algumas poucas viagens por conta da fragilidade dos materiais. Por isso é importante que a mala adquirida seja de uma boa marca.

É muito melhor investir num produto um pouco mais caro e que vai durar mais tempo do que comprar uma mala barata e ela rasgar ou quebrar, sendo necessário comprar outra logo cedo, o barato realmente sai caro nesse caso.

Na hora de escolher uma mala que seja de boa marca, vale o gosto do cliente. Mas, algumas ótimas indicações são: SamsoniteAmerican TouristerDelseyKiplingLansayTraveluxRoncato, etc. Pois são marcas que prezam por oferecer produtos de qualidade.

Outra ponto a se destacar, é que ao adquirir malas de viagem baratas, ainda existe o fato de que elas irão aumentar de volume conforme novos itens forem armazenados, o que fará o pessoal da alfândega ficar de olho e revistar a mala sem dó nem piedade.

3. Bagagem com cadeado TSA

Existe uma grande chance da mala precisar ser inspecionada durante viagens internacionais e se for feito o uso de um outro tipo de cadeado que não seja o modelo TSA o pessoal da alfândega simplesmente irá arrombá-lo e isso poderá causar danos a mala.

Modelos de malas para viagem que possuam o cadeado TSA, são mais interessantes para que a alfândega possa inspecionar a mala de viagem, quando necessário, fazendo o uso de uma chave mestra sem que a mala seja danificada no processo.

4. O tamanho ideal para cada necessidade

Ao levar uma única mala de viagem e colocar tudo quanto é coisa nela, isso fará com o pessoal da alfândega fique de olho e pode ser que os itens comprados acabem deixando ela muito volumosa, criando motivos para que ela tenha que ser revistada e judiada durante o processo.

Uma opção seria optar pelo conjunto de malas de viagem, assim é possível distribuir todos os itens entre elas e, além de evitar que a mala fique muito volumosa, ainda previne também que ela seja danificada e garante malas para toda a família.

É importante lembrar que cada companhia aérea exige um tamanho padrão de malas para viagem, por isso quando for comprar uma mala esse fator deve ser levado em consideração, pois uma mala grande pode não ser aceita, por exemplo. O mesmo pode acontecer ao tentar despachar uma mala muito pequena.

5. Proteção extra

Um outro requisito importante para uma mala que aguente o tranco é o aspecto das rodinhas. Em especial, malas com 4 rodinhas e que girem a 360º trazem muitos benefícios tanto para a postura quanto para evitar danos a bagagem.

Uma mala que atende a esses requisitos é a Samsonite Fiero que, além de 4 Rodas 360°, ainda possui cadeado fixo e também divisor e organizador de compartimento.

As malas de viagem com rodinhas que giram a 360º também são muito mais práticas para uso durante as viagens. Atualmente já existem no mercado malas com 8 rodinhas, que na verdade é como uma espécie de rodinha dupla, o que confere em muito mais conforto na hora de transportar sua bagagem tornando a mala de viagem muito mais resistente para que você possa levar os itens com total segurança.

Existem também as malas com 2 rodinhas, mas essas, além de estarem em desuso por muitos viajantes ultimamente, ainda são mais complicadas de serem carregadas, ou seja, elas simplesmente não valem mais a pena.

Outro ponto importante é optar por malas de viagem que tenham rodinhas feitas de um material com maior durabilidade, proporcionando muito mais tranquilidade.

Bônus: dependendo da idade ou estado da mala, ou até mesmo do que estiver transportando, vale à pena investir no envelopamento com filme plástico. Ele atua como uma segunda camada para a mala, evitando que ela avarie ou arranhe, por exemplo, mas também ajuda a dificultar furtos. O envelopamento está disponível nos saguões dos aeroportos.

Vale lembrar que mesmo após as mudanças em relação às franquias de bagagens, com novas regras de pesos e medidas, a companhia aérea continua sendo responsável pela integridade de seus pertences.

Conforme previsão da resolução nº 400/16 da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), as companhias aéreas são responsáveis por quaisquer danos e/ou violações na bagagem de seus passageiros. Porém, existe um prazo de 07 (sete) dias corridos para registrar a reclamação com a companhia aérea.

Com esses requisitos em mente, falta só marcar a data da viagem!

Saiba mais em: https://portaldasmalas.com.br/
Dados completos da ANAC: http://www.anac.gov.br/noticias/2019/demanda-e-oferta-do-transporte-aereo

(DINO)

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