Empresas enxutas e digitais são tendência no mundo pós pandemia

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Cleber Morais

As tendências para a reorganização das empresas em um mundo pós pandemia do Covid-19 foram apontadas por especialistas da área de Inovação e Tecnologia, nesta quarta-feira (6), em webinar ao vivo do LIDE RS. A expectativa é de um forte movimento em busca de eficiência e redução de custos por meio dos recursos tecnológicos, com destaque para a integração de dados e mobilidade, inteligência artificial e conceito de computação em nuvem.

Durante a transmissão online, Cleber Morais, Country Director da Amazon Web Services no Brasil, disse que a maioria das empresas brasileiras não estava preparada tecnologicamente para o grande impacto originado pela pandemia.

As atividades realizadas de maneira remota, exigindo acesso a todas as informações da empresa, a manutenção da produtividade e dos negócios, estão entre as principais dificuldades reveladas. “Neste cenário, nosso trabalho é orientar, fazer com que a infraestrutura tecnológica esteja presente na vida das empresas, só assim poderão se adaptar a este “novo normal” que estamos vivendo”, afirma.

Morais também falou sobre as fases de crescimento da Amazon com base no comércio eletrônico até chegar ao conceito da computação em nuvem, trazendo toda uma infraestrutura de serviços para o mercado.

Foco na educação

”As questões vinculadas ao trabalho terão que ser repensadas e isto será feito através da tecnologia”, afirmou o secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia, Luís da Cunha Lamb, ao comentar os estudos  recentes indicando a valorização das riquezas digitais intangíveis como forma de medir os recursos internos de um País .

“No Brasil pós pandemia, as empresas terão que lidar com a valorização permanente da tecnologia, da ciência e economia. O foco na educação e o investimento nas pessoas deverá ser uma constante”, disse Lamb, lembrando os índices de educação superior no Rio Grande do Sul, onde os profissionais estão entre os melhores do Brasil. “A economia do conhecimento gaúcha vai bem. O que precisa é acelerar o processo, colocando a inovação no centro de uma estratégia, que transforme em riqueza o potencial intelectual que nós temos”, avalia.

Atuando como mediador no evento, o CEO e fundador da  Processor, César Leite desenhou o “novo normal” como um conjunto de desafios e mudanças, uma nova realidade à qual é necessário se adaptar. “Agora, empresas devem reagir a uma velocidade sem precedentes, com rápida tomada de decisões e mecanismos permanentes de detecção de oportunidades”. Nesta avaliação sobreviverão as empresas que conseguirem lidar bem com o trabalho remoto, derem resposta imediata, consigam expandir tecnologias e orientem o trabalho de seus times de forma eficaz e produtiva.  A tendência é que as empresas serão mais enxutas, focadas no core business, digitais, aptas no sentido de perceber e capturar novas oportunidades e cenários.

A transmissão do LIDE Talks Rio Grande do Sul reuniu 100 pessoas, ou seja, lotação máxima na sala de bate-papo.

(Martha Becker Connections)

 

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